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O que a maioria das empresas ignora sobre segurança em altura

Evitar acidentes é mais do que seguir a norma. É entender os riscos ocultos que passam despercebidos na rotina de projetos e obras.

Quando falamos em trabalho em altura, é comum pensar apenas na execução: o trabalhador com cinto, o uso da linha de vida, a permissão de trabalho. Mas a verdade é que as decisões mais perigosas são tomadas bem antes disso — na etapa de projeto, planejamento e definição de estruturas.

Os principais riscos ignorados:

  1. Pontos de ancoragem improvisados
    Telhados, vigas metálicas, chaminés ou tubulações são muitas vezes usados como “soluções temporárias” de ancoragem, sem qualquer cálculo técnico. Isso coloca vidas em risco e não atende às normas.

  2. Ausência de projeto técnico
    É comum ver sistemas de ancoragem sendo instalados sem projeto formal e ART, que compromete a rastreabilidade e responsabilidade técnica. Além disso, pode tornar a estrutura insegura ou ineficiente.

  3. Falta de manutenção e inspeção periódica
    Mesmo sistemas certificados exigem inspeções regulares conforme a NR-35 e NBR 16325. Sem isso, materiais desgastados ou danificados passam despercebidos — até que falhem.

  4. Desconhecimento da obrigatoriedade legal

  5. Muitos gestores apesar de saberem que, de acordo com a NR-35, qualquer trabalho acima de 2 metros do nível inferior exige medidas de proteção, não sabem implementar essas medidas e comprovar através de documentos, projetos e registros aos atendimentos legais.

Um sistema seguro começa no papel

A instalação de um sistema de ancoragem é parte de um ciclo completo que envolve:
– Projeto técnico com ART
– Definição de equipamentos compatíveis com o tipo de estrutura
– Instalação com rastreabilidade
– Inspeções periódicas e manutenções planejadas
– Treinamento e uso adequado pelos trabalhadores

Empresas que ignoram essas etapas correm riscos técnicos, jurídicos e financeiros — além de colocarem vidas em perigo.

Por que falar disso agora?

Porque segurança em altura muitas vezes só se torna prioridade após o acidente — e, nesse momento, é tarde demais. O melhor cenário é aquele em que o sistema nunca precisará ser testado em uma queda real. Isso só acontece quando todos os passos são pensados desde o início.

Na Dois Dez, atuamos com segurança em altura há mais de 15 anos. Somos especialistas em:

  • Projeto de sistemas de ancoragem

  • Desenvolvimento, fabricação e ensaios próprios

  • Fornecimento e instalação com ART

  • Inspeções conforme NR-35 e NBR 16325

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